A Costa Rica, país sem exército desde 1948, construiu uma identidade artística vinculada à natureza, à paz e à democracia. O Museu de Arte Costarriquenha, localizado no antigo Aeroporto Internacional, abriga obras de Francisco Zúñiga e Margarita Bertheau, entre outros. Teodorico Quirós e a Geração de 1928 retrataram a paisagem rural e a vida camponesa com um lirismo próprio. Na segunda metade do século XX, Rafa Fernández e Lola Fernández exploraram a abstração e o informalismo. A Escola de Belas Artes da Universidade da Costa Rica tem sido fundamental na profissionalização da arte. Artistas contemporâneos, como Priscilla Monge, abordam temas de gênero e violência com ironia e crueza. O Museu de Arte e Design Contemporâneo (MADC) promove a experimentação e o diálogo com a arte centro-americana. A arte costarriquenha é uma janela para um país que se concebe a partir da exceção pacífica.
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