Arte Moderna e a Quebra de Paradigmas

Arte Moderna e a Quebra de Paradigmas

A arte moderna consolidou-se como um período de intensas transformações culturais e estéticas. Em vez de seguir regras tradicionais de composição e perspectiva, os artistas passaram a experimentar novas formas de representação, refletindo as mudanças aceleradas do mundo moderno.

O Dadaísmo surgiu durante a Primeira Guerra Mundial como uma crítica à lógica e aos valores da sociedade da época. Artistas como Tristan Tzara defendiam uma arte provocadora e até absurda, questionando o próprio conceito de arte.

Outro movimento relevante foi o Construtivismo, que teve forte influência na Rússia e buscava integrar arte e vida social. Já o Expressionismo Abstrato, com nomes como Jackson Pollock, destacou-se pela espontaneidade e pela valorização do gesto artístico.

Esses movimentos demonstram que a arte moderna não se limitou à estética: ela se tornou uma ferramenta de crítica social, reflexão filosófica e experimentação técnica. Ao romper paradigmas, ampliou as possibilidades da criação artística e redefiniu o papel do artista na sociedade contemporânea.
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